"Autosuicídio"
É, voltei. Tornei-me o que já fui, Voltei-me à mim mesmo, Tornei-me o que já era. Sim, já era.
Suicidei o "eu" guardado em "mim", Tornei-me apenas "eu" mesmo. Não sou mais "nós". Sou simplesmente "eu". Voltei ao espelho e me disse: Você voltou!
Um dia seu jardim foi florido, Flores venenosas, criadas por ele, Seu destino transformou-o em mim de novo. O novo já era. Existe "eu", o recente, Plantando novas flores.
Ele voltou! Ainda bem. Deveras! Sente, sente, sem ti. Meu homem fraco se foi. O apego ao passado é mero Dadaísmo. O "eu" lírico voltou, sem Modernismo!
Restou "eu", meu homem forte, Com distintas lembranças do futuro, Sempre abrirei presentes no presente, Nunca fui Futurista, sempre "Passadista" Esganei no futuro o passado presente. "Autosuicidei-me"
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