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Home > Poesia > Amiga

Amiga

Amiga companheira
Volto a longos diálogos e goles,
Confessar-lhe que perdi novamente.
Fracassei na esperança de encontrar felicidade.
Desculpe minha cara triste,
Mais uma vez a vida derrubou-me
Rindo-se de meu estado solitário

Amiga,
Encontrei, mas não soube aproveitar.
Aproveitei, mas não soube encontrar.
Me perdi na escuridão da paixão,
Sofrendo calado o desgosto amargo,
Esquecido pela vida como um sapato velho,
Rejeitado como roupa usada.

Sabe amiga,
Foram longos dias em busca.
Mantendo meu coração virgem para um novo amor,
Aquele que se deve sonhar
Quando, nos braços da paixão.
Aquele beijo, aquele abraço, aquele longo suspiro.
Olhando nos olhos de minha morena.

Amiga, sinceramente...
Esta dor, dói. Mais que um corte.
Julguei-me fiel, e simplesmente falei verdades
Me comovi, fiz-me rir nas horas duvidosas.
Imaginava um sim saindo de seus lábios,
Mas chegou-me aos ouvidos um distorcido não.
Lembro apenas da sinceridade daquela moça bela.
Amiga, me iludi novamente.
Caminhei com passos tortuosos,
O coração vagabundo, tornou a bater.
As ilusões tornaram-se fraco.
Não buscarei. Não ousarei olhar nos olhos de ninguém mais.
Tentar? Não, jamais!
Amiga, desculpe pelas lágrimas.

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