Primeiro é necessário
fazer um relaxamento físico externo, interno e mental.
Relaxamento físico externo:
Sente-se em uma posição cômoda e confortável,
mantendo a espinha ereta e os olhos fechados. Comece sentindo os músculos
do couro cabeludo, e depois vá “descendo” pelos músculos
da testa, os olhos, as maçãs do rosto, o nariz, e a mandíbula,
deixando tudo relaxado. Agora “desça” pelas laterais
do pescoço, indo em direção aos ombros, sinta seus
ombros caídos, até chegar aos braços e mãos.
“Volte” para sua cabeça e “desça”
novamente pelo rosto, indo agora pela parte da frente do pescoço,
chegando aos músculos do peito. Agora “desça”
pela região do abdômen, estômago, baixo ventre, até
o final do tronco, deixando tudo bem relaxado.
“Volte” para a cabeça, e agora “desça”
pela nuca, passando pelas costas, indo para as pernas e pés, deixando
tudo frouxo e relaxado.
Relaxamento físico interno:
Sinta seus olhos por dentro. Sinta fortemente os músculos que rodeiam
ambos os olhos. Agora vá ao interior deles, e relaxe-os, relaxe-os
totalmente. Vá em direção do centro do tronco e vá
descendo como se fosse caindo por um tubo em direção ao
centro do tronco.
Sinta que todas as regiões internas de seu tronco vão ficando
macias e algodoadas.
Relaxamento físico mental:
Sinta agora seu cérebro. Agora vá em direção
do centro do cérebro, e a medida que vai caindo, vai relaxando
suas tensões mentais. Uma sensação de estar indo
cada vez mais para dentro e para baixo, sentindo tudo suave e morno.
Depois de efetuados os relaxamentos, imagine uma esfera, transparente
e luminosa, que descendo até você, aloja-se no seu coração.
A esfera começa a se transformar em uma sensação
expansiva dentro do teu peito. Essa sensação se expande
até os limites do corpo, trazendo emoções e lembranças
positivas, além de novas sensações. É nesse
momento que se experimenta a sensação de paz interior. Depois,
imagine que a sensação da esfera começa a retroceder
e a esfera volta ao tamanho que tinha no início do exercício.
A esfera “sai” de você do mesmo jeito que entrou e desaparece.
(1) Esta experiência foi extraída do livro Autoliberação
de Luis Ammann
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